Essa é minha vida, esse é meu clube.
Estudo mostra que 50% não se casariam com obeso
A pesquisa apontou que 50% das pessoas entrevistadas não se casariam com um obeso. Já 54% dos entrevistados do sexo masculino afirmaram não ter interesse em construir uma relação matrimonial com pessoas acima do peso, enquanto para o sexo feminino essa conclusão é um pouco menor (em torno de 46%). No que diz respeito às classes sociais o número é maior, pois 66% da classe A não assumiriam a união, contra 44% da classe B e 51% da classe C.
cont. http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/11/estudo-mostra-que-50-nao-se-casariam-com-obeso.html
Morrerei sozinho rodeado por gatos. Não! Isso vai mudar!

Seu gordo! Seu gordo! Seu gordo! Seu gordo! Seu gordo! Seu gordo! Seu gordo! Seu gordo! Seu gordo! Seu gordo! Seu gordo! Seu gordo! Seu gordo! Seu gordo! Seu gordo! Seu gordo!!!!!

Por pessoas como essas que o termo, absurdo, “gordelícia” foi criado.
Pessoas que não se enxergam e não conseguem perceber que estão feias e gordas.
Gordelícia não existe!
E você não é nada sexy amigo ok
Maioria da população de SP e Rio não casaria com gordo, aponta estudo
Metade dos paulistanos e dos cariocas declara que não se casaria com uma pessoa obesa, revela pesquisa inédita do HCor (Hospital do Coração), que será divulgada hoje em um fórum sobre nutrição, que acontece em São Paulo.
Hoje, quase metade da população (49%) brasileira está acima do peso, segundo dados do IBGE. O excesso de peso inclui os que estão acima do peso e os obesos.
O trabalho do HCor investigou a obesidade e suas relações sociais. Foram entrevistadas 600 pessoas de 18 a 60 anos, de acordo com faixa etária, gênero, escolaridade e classe social. Do ponto de vista metodológico, a pesquisa representa as populações de São Paulo e do Rio.
Os homens são os que mais rejeitam o casamento com uma pessoa obesa (54% contra 46% das mulheres). Os de classe social A lideram a rejeição: 66% contra 44% da classe B e 51% da classe C.
Na avaliação de 81% dos entrevistados, o excesso de peso também interfere no sucesso profissional.
Para o nutrólogo Daniel Magnoni, coordenador científico do estudo, os números mostram o grau de preconceito que os obesos ainda sofrem em várias situações, como nas relações amorosas e na vida profissional.
Um estudo da Catho, uma das maiores empresas de recrutamento profissional do país, não deixa dúvida sobre isso. A obesidade é a terceira causa de objeção do empregador na hora da contratação de um executivo —só perde para a inconstância nos cargos e para o tabagismo.
Em determinadas circunstâncias, o preconceito pode ser escorado em motivos médicos, avalia Magnoni. Obesos têm maior propensão a doenças, como diabetes e hipertensão, e isso é uma grande preocupação para as empresas, porque faz aumentar os períodos de licença, o índice de faltas ao trabalho e as despesas com tratamentos médicos. “Não existe obeso saudável”, afirma o médico.
O assunto é polêmico. Vários grupos lutam hoje para garantir o direito de a pessoa ser gorda e ser respeitada nesta condição.
Para a endocrinologista Rosana Radominski, presidente da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade), se a pessoa está com excesso de gordura, mas não tem nenhuma complicação de saúde, tem o direito de continuar gorda, mesmo que fuja do padrão.
“Mas quando a obesidade acarreta doenças, gera custos aos sistemas de saúde e à própria saúde da pessoa, aí é preciso uma intervenção, com dieta, exercícios ou, se necessário, medicamentos.”
SAÚDE
Para alguns especialistas, porém, o preconceito contra os obesos é tão nocivo quanto os problemas de saúde que a obesidade acarreta.
Segundo Rosana Radominski, ao diminuir de 5% a 10% o seu peso, a pessoa já reduz muito os riscos de complicações. “Mas isso não é suficiente para se sentir melhor psicologicamente ou deixar de enfrentar preconceitos.”
Para o professor Peter Muenning, da Universidade de Columbia (EUA), o preconceito pode realmente deixar os gordinhos ainda mais doentes. “É uma situação altamente estressante. E o estresse aumenta a pressão sanguínea. Em obesos, esse problema é ainda mais grave, já que eles estão mais propensos a terem hipertensão.”
Na opinião da Radominski, as mulheres sofrem ainda mais preconceito do que os homens. “A pressão é enorme. Não é à toa que temos tantos casos de anorexia.”
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/825928-maioria-da-populacao-de-sp-e-rio-nao-casaria-com-gordo-aponta-estudo.shtml
Anna Godfrey partiu para cima de amigo em festa.
Jovem foi presa em Lincoln, no estado de Nebraska (EUA).
Uma mulher se sentiu ofendida ao ser chamada de “gorda” e tentou arrancar um pedaço da orelha de seu ofensor.
Anna Godfrey, de 21 anos, estava numa festa com amigos na cidade de Lincoln, estado de Nebraska (EUA), quando um conhecido lançou a palavra proibida no vocabulário da jovem. Anna ficou irada e partiu para cima do rapaz.
Ela tentou arrancar no dente um pedaço da orelha do homem, que foi levado para um hospital, de onde chamou a polícia. Anna Godfrey foi presa pelo ataque.
Onde esses famintos vão parar!!!? NÃO! BASTA!
Link: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2010/04/americana-e-chamada-de-gorda-e-tenta-comer-orelha-de-homem.html
Do G1, em São Paulo

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Os resultados mostram que, se uma pessoa fica obesa, as pessoas relacionadas com ela aumentam significativamente as chances de também ficarem obesas. Surpreendentemente, o maior efeito não é entre pessoas da mesma família ou que vivem na mesma casa, mas entre amigos. Não aquele conhecido, ou colega superficial, mas aquele que tem um significado real para você.
Se seu melhor amigo torna-se obeso, suas chances de também ficar obeso nos próximos dois anos aumentam em 57%. Caso aquela pessoa também o considere como um melhor amigo, a probabilidade salta para 171%. Entre irmãos, a chance de um ficar obeso caso o outro engorde é de 40%, e entre casais, de 35%. Pessoas do mesmo sexo têm mais influência sobre a outra do que pessoas do sexo oposto.
Os resultados saíram de um banco de dados de outra pesquisa, sobre as chances de doenças cardíacas, com dados acumulados durante 32 anos e que envolveu 12.067 adultos. Os autores conseguiram mapear as conexões sociais desses indivíduos, elaborando a base para o estudo da obesidade. Desse mesmo banco de dados, puderam concluir que a diminuição do tabagismo não foi responsável pela epidemia de obesidade nos Estados Unidos.
A partir de hoje corto relações com todos os meus amigos que tambem sejam gordos. 171% é uma estatistica consideravel.
